sexta-feira, 18 de maio de 2007

Dua Khalil Aswad

Ela tinha 17 anos e morreu assassinada à pedrada.

Uma rapariga curda, da seita Yazid, apaixonou-se por um rapaz sunita e converteu-se ao islão, por amor. A família não lhe perdoou "a desonra" e Dua foi apedrejada até à morte. Isto aconteceu no norte do Iraque, o país livre e libertado. Como é possível que se continue a aceitar o assassínio em nome da fé e não se faça nada para exterminar estas práticas? Que justificação pode ter a fé, a tradição e a família quando se mata porque se é diferente? Como é possível esta barbárie medieval coexistir no mesmo mundo onde se filma por telemóvel e se fala de igualdade e novas oportunidades?

Será que desde 7 de Abril não houve mais Du’a no mundo? Anónimas e sem vídeos no YouTube.

1 comentário:

Anónimo disse...

"Sem comentários"...é sempre triste pensar que existem pessoas condicionadas por este tipo de tradição, bem ou mal podemos considerar-nos sortudos/as!